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Sistema Urinário

Rim

Cada rim é envolvido por uma cápsula de tecido conjuntivo denso, que reveste o interior do órgão, denominado parênquima renal. O parênquima é composto de duas camadas facilmente reconhecidas em cortes histológicos: a região cortical, contínua e situada logo abaixo da cápsula e uma região medular, mais interna.

AMARELO - túbulos retos

VERMELHO - ductos coletores

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Néfron

Cada néfron é formado por uma porção inicial dilatada, o corpúsculo renal, e por uma sequência de túbulos: o túbulo contorcido proximal; as duas porções espessas da alça de Henle, entre as quais se situa a porção delgada da alça de Henle; e o túbulo contorcido distal17

AMARELO - glomérulo

AZUL- túbulo contorcido distal

VERDE- túbulo contorcido proximal

Ureter

Sua mucosa é revestida internamente por um urotélio ou epitélio de transição, que repousa sobre uma delgada camada de tecido conjuntivo. Em torno de sua mucosa há uma túnica muscular formada por uma camada longitudinal interna e uma circular externa, ambas de tecido muscular liso.

AZUL - epitélio de transição

AMARELO - lâmina própria

ROSA - músculo liso (camada longitudinal externa e circular externa)

VERDE - tecido conjuntivo

Bexiga

A mucosa da bexiga é revestida pelo epitélio de transição, cujas células da camada superficial mudam de forma a medida que o órgão encontra-se relaxado ou distendido. Sua mucosa repousa sobre uma lâmina própria de tecido conjuntivo, que varia do frouxo ao denso, e em torno desta há feixes de tecido muscular liso em várias direções

VERDE - epitélio de transição

VERDE CLARO - tecido conjuntivo frouxo

AZUL - músculo liso

Bexiga

A mucosa da bexiga é revestida pelo epitélio de transição, cujas células da camada superficial mudam de forma a medida que o órgão encontra-se relaxado ou distendido. Sua mucosa repousa sobre uma lâmina própria de tecido conjuntivo, que varia do frouxo ao denso, e em torno desta há feixes de tecido muscular liso em várias direções

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VERDE - epitélio de transição

VERDE CLARO - tecido conjuntivo frouxo

AZUL - músculo liso

Sistema Tegumentar

Pele delgada

A pele delgada protege as partes do corpo, excedendo as palmas das mão e plantas dos pés - que são revestidas por pele espessa. Seu epitélio é do tipo estratificado pavimentoso queratinizado e possui as estruturas anexas da pele como folículos pilosos, glândulas sebáceas e sudoríparas.

AMARELO - camada reticular

AZUL - crista epidérmica

VERDE - camada pailar

Pele Grossa

A pele grossa é encontrada principalmente nas palmas das mãos e plantas dos pés e caracteriza-se por apresentar epiderme espessa e altamente queratinizada, além da ausência de folículos pilosos e glândulas sebáceas. A epiderme é formada por epitélio estratificado pavimentoso queratinizado, organizado em camadas bem definidas: estrato basal, espinhoso, granuloso, lúcido e córneo.

Abaixo da epiderme encontra-se a derme, constituída por tecido conjuntivo denso irregular, subdividida em camada papilar, mais superficial e rica em papilas dérmicas, e camada reticular, mais profunda e formada por feixes espessos de fibras colágenas que conferem resistência mecânica ao tecido.

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AMARELO - epiderme espessa

AZUL - derme papilar

VERDE - derme reticular 

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Derme

A derme é o tecido conjuntivo em que se apoia a epiderme e que une a pele ao tecido subcutâneo, ou hipoderme. Ela apresenta espessura variável de acordo com a região observada, sendo mais espessa na planta dos pés. Sua superfície externa é irregular, observando-se saliências, as papilas dérmicas.

AMARELO - derme reticular (tecido conjuntivo denso)

AZUL - derme papilar (tecido conjuntivo frouxo)

Folículo piloso

Cada pelo se origina de uma invaginação da epiderme, o folículo piloso. A porção inicial do folículo é uma estrutura denominada bulbo piloso, do qual emerge a bainha do pelo. Sua extremidade é penetrada por uma expansão de tecido conjuntivo, denominada papila dérmica.

AZUL - folículo piloso

Sistema Respiratório

Traqueia

A traqueia é revestida internamente por epitélio do tipo respiratório e externamente por tecido conjuntivo frouxo, constituíndo sua camada adventícia. Uma característica marcante encontrada em cortes histológicos de traqueia, é a presença de placas de cartilagem hialina, em forma de “C”, cujas extremidades abertas se situam dorsalmente.

VERDE - Epitélio respiratório 

AZUL- cartilagem hialina

ROXO- glandula seromucosa

Brônquio

Os brônquios tem estrutura semelhante à da traqueia, porém com anéis fechados de cartilagem hialina. Sua mucosa é revestida por epitélio respiratório que repousa sobre uma lâmina própria. Em torno da mucosa há uma camada de músculo liso que circunda completamente a parede do brônquio, formada por feixes musculares dispostos em espiral. No tecido conjuntivo que envolve a camada muscular e entre as peças de cartilagens há glândulas seromucosas.

AZUL- Camada muscular

AMARELO- Cartilagem hialina

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Bronquíolos

Os bronquíolos possuem um epitélio de revestimento simples colunar ciliado nas porções iniciais, tornando-se simples cúbico ciliado e finalmente sem cílios. As células caliciformes diminuem em número e podem estar completamente ausentes nos segmentos finais dos bronquíolos. Uma característica marcante presente em cortes histológicos é a ausência de cartilagem e de glândulas em suas paredes

AMARELO: Bronquíolo terminal

AZUL: Bronquíolo respiratório

Alvéolo pulmonar

Os alvéolos pulmonares são estruturas especializadas onde ocorrem as trocas gasosas. Nessa lâmina, é possível identificar os pneumócitos tipo I, células pavimentosas, que constituem o revestimento alveolar e têm como principal função permitir a difusão eficiente de oxigênio e dióxido de carbono entre o sangue e o ar que chegam aos alvéolos. Intercalados entre eles, observam-se também os pneumócitos tipo II, células mais cúbicas, com citoplasma mais volumoso, responsáveis pela produção e secreção de surfactante pulmonar. E, além disso, também são identificados macrófagos alveolares no interior da luz alveolar, responsáveis pela fagocitose de partículas inaladas, fazendo parte do sistema de defesa pulmonar.

VERDE - pneumócitos tipo I

LARANJA - pneumócitos tipo II

PRETO - macrófagos

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Sistema Cardiovascular

Veia de grande calibre

Em comparação com uma artéria de grande calibre, as veias de tamanho análogo apresentam um lúmen maior e irregular, além de possuirem uma parede mais fina. Apresentam três túnicas , a íntima, a média (é mais delgada e as fibras musculares são dispostas de forma irregular) e a adventícia (é mais espessa nas veias, apresenta vasa vasorum)

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AMARELO - túnica adventícia

VERDE - túnica média

AZUL - túnica íntima

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Artéria elástica

Também é conhecida como artéria de grande calibre. Ela apresenta uma túnica média demasiadamente espessa com múltiplos folhetos de lamelas elásticas que são responsáveis por estabilizar o fluxo sanguíneo. As três túnicas (íntima, média e adventícia) são bem definidas

AMARELO - túnica adventícia

VERDE - túnica média

AZUL - túnica íntima

Vênulas e arteríolas

As arteríolas possuem uma ou duas camadas de células de músculo liso. A túnica íntima e a adventícia das arteríolas são consideravelmente finas. Ademais, as vênulas apresentam um lúmen mais amplo, geralmente com a presença de sangue e de formato irregular. Ambas estão em contato direto com os capilares

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VERDE - vênulas 

AZUL - arteríolas

Sistema Nervoso

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Cerebelo

O cerebelo é uma estrutura folheada que faz parte do encéfalo , por isso apresenta a substância branca no centro e a cinzenta na periferia. Sendo esta dividida em três camadas, a molecular (mais externa), as células de purkinje (neurônios bem corados) e a granulosa (mais interna)

AZUL - camada granulosa

VERDE - camada de células de Purkinje

LARANJA - camada molecular

Neurônio

Esse neurônio é classificado como multipolar, por possuir um corpo celular (pericário), um axônio e diversos dendritos

AMARELO - corpo celular 

VERMELHO - dendritos

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Células ependimárias 

A medula espinhal faz parte do SNC, porém apresenta a distribuição das substâncias branca e cizenta de forma invertida, quando comparada com o encéfalo. Na medula, a substância branca está na periferia, além de  haver no centro da substancia cinzenta, um canal ependimário que é revestido por um epitélio simples cúbico ou cilíndrico ciliado composto por células ependimárias

AMARELO - células ependimárias

Medula Espinal

A medula espinhal é um cordão cilídrico de tecido nervoso, que se localiza no interior do canal vertebral, se estendendo do bulbo à coluna lombar. Nessa lâmina é possível visualizar com clareza a distribuição das substância branca e cinzenta que, ao contrário do encéfalo, se localizam na periferia e no centro da medula, respectivamente. Além disso, também podemos observar o canal central da medula, preenchido por liquor.

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AMARELO: substância branca

AZUL: substância cinzenta

VERDE: canal central da medula

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Sistema Linfático

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Baço 

O baço é um órgão linfóide secundário altamente vascularizado, envolvido por uma cápsula de tecido conjuntivo que emite trabéculas para o interior do parênquima. Diferentemente de outros órgãos linfóides, não apresenta divisão em córtex e medula, mas sim uma organização característica em polpa branca e polpa vermelha.

Na lâmina histológica, a polpa branca aparece como áreas mais basofílicas, formadas por tecido linfóide organizado ao redor de arteríolas centrais. Nessas regiões, podem ser observados nódulos linfóides, alguns com centros germinativos mais claros, indicando atividade imunológica. Ao redor dessas estruturas, encontra-se a polpa vermelha, que se destaca pela coloração mais eosinofílica, rica em hemácias. A polpa vermelha é composta por cordões esplênicos e sinusóides, formando um ambiente propício para a filtração do sangue. 

ROSA: polpa vermelha

AMARELO: polpa branca

AZUL: trabéculas de tecido conjuntivo

Linfonodo 

O linfonodo é um órgão linfóide secundário encapsulado, distribuído ao longo dos vasos linfáticos.

Em pequeno aumento, observa-se o linfonodo envolvido por uma cápsula de tecido conjuntivo denso, da qual partem trabéculas que penetram o parênquima. Nota-se uma organização bem definida em córtex e medula. O córtex localiza-se na região periférica e possui os nódulos linfóides que apresentam uma grande quantidade de linfócitos. Essa organização permite uma visão geral da arquitetura do órgão e está diretamente relacionada à sua função de filtragem da linfa.

AZUL: nódulos linfóides presentes na camada cortical

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Linfonodo

Em maior aumento, observa-se com mais detalhes a região cortical do linfonodo, onde estão presentes os nódulos linfóides. Alguns desses nódulos apresentam centros germinativos mais claros, indicativos de intensa atividade proliferativa de linfócitos B, circundados por uma zona do manto mais escura.O tecido é caracterizado como tecido linfóide, um tipo de tecido conjuntivo especializado, composto predominantemente por linfócitos, além de células reticulares e macrófagos. Essa organização microscópica evidencia o papel do linfonodo na ativação da resposta imune adaptativa, especialmente na produção e diferenciação de células de defesa.

AMARELO: zona do manto

AZUL: centro germinativo.

© 2022 by Paulo Santos. 

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